sábado, junho 25, 2022

Com roteiros filosóficos, animações da Netflix imaginam como será o futuro

Desde que a série The Jetsons, clássico da Hanna-Barbera, estreou nos anos 1960, passando por Futurama, da Fox, nos anos 2000, diversas animações na TV já tentaram imaginar como seria o nosso futuro – boa parte delas, focada no público infantil. Agora, com uma pegada irônica e em alguns casos com cenas de violência, palavrões e também divagações filosóficas, três séries de animação disponíveis na Netflix imaginam um futuro bem mais sombrio e assustador – e se voltam, principalmente, ao público adulto. Ao mesmo tempo que imaginam como será o futuro, os roteiros também promovem uma reflexão sobre nossa própria existência, seja numa época dominada por robôs assassinos, seja em universos paralelos. A seguir, conheça três delas:

Love, Death & Robots

Não recomendada para menores de 18 anos, a série está em sua segunda temporada com episódios independentes entre si de, no máximo, 15 minutos – bem ao estilo Black Mirror. Ambientados em um futuro distópico, cada capítulo explora algum tema relacionado a amor, morte ou robôs, variando os estilos de animação, que ora é ultrarrealista, ora revela-se mais singelo.

Rick and Morty

Em sua quinta temporada, a animação Rick and Morty acompanha a história do cientista alcoólatra Rick Sanchez, construtor de máquinas e apetrechos tecnológicos capazes de viajar a realidades paralelas. Em suas aventuras nesses lugares, ele conta com a companhia do neto Morty, um garoto de 14 anos que sempre se dá mal nessas aventuras, enquanto reflete sobre temas filosóficos. Recomendado para maiores de 16 anos.

The Midnight Gospel

Também não recomendado para menores de 18 anos, The Midnight Gospel, que ainda está em sua primeira temporada, já mostra a que veio logo no primeiro episódio – que aborda a legalização das drogas. Os oito episódios com pouco mais de 20 minutos falam de Clancy, um podcaster que mora sozinho em um trailer e viaja por diferentes mundos em uma máquina que tem o formato de um órgão sexual feminino. Nesses lugares, ele entrevista os seres mais estranhos – que falam, principalmente, sobre filosofia. Uma animada sessão de terapia.

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